Para agências de desenvolvimento económico, governos e comunidades
Traga um projeto financiado para a sua região. A conquista fica local.
A maioria dos projetos que chega a uma agência de desenvolvimento económico chega como consulta: uma empresa a explorar opções, um consultor a testar incentivos, um promotor sem capital comprometido. A Applied America chega com o plano de capital, a estrutura de execução e o processo de desenvolvimento já montados — e coloca a sua agência no centro do resultado regional, em vez de no fim de um comunicado de imprensa.
O fluxo de entrada é sobretudo ruído.
As agências de desenvolvimento económico são medidas pelos projetos que se concretizam. O que realmente chega é um fluxo de consultas em estágios muito distintos: procuras de local sem capital comprometido, estudos de viabilidade que nunca avançam e respostas a pedidos cuja única pergunta real é como seria o pacote de incentivos. Separar o real do especulativo consome o recurso mais escasso de uma equipa pequena: o tempo de análise.
A Applied America está do outro lado desse problema. Originamos e estruturamos o projeto nós próprios — âmbito, requisitos de local, plano de capital, governação e sequência de execução — e apresentamo-lo a uma região como um programa de desenvolvimento, não como uma consulta. Cada plataforma sob gestão possui um processo documentado, um plano de capital e um programa operacional definido antes de se pedir seja o que for a uma agência.
O que trazemos e o que continua a ser seu.
A divisão importa. Um promotor que fica com a relação, a narrativa e o mérito deixa uma agência com uma inauguração e nenhuma capacidade duradoura. Estruturamos ao contrário.
O que trazemos
- A estrutura de capital
- O plano de capitais próprios, a abordagem à dívida de projeto e os programas de crédito, subvenção e crédito fiscal que o projeto pretende usar — expostos antes do primeiro pedido.
- A execução do desenvolvimento
- Engenharia de local, estratégia de licenciamento, sequência de licenças, contratos de aquisição e gestão de obra, assumidos pela nossa equipa e não acrescentados à sua.
- Impacto documentado
- Emprego decomposto por função e escalão salarial, comparado com as médias do condado, com a metodologia anexada em vez de afirmada.
- Continuidade
- Uma contraparte que permanece depois do anúncio — durante o desenvolvimento, a entrega e até à entrada em operação.
O que continua a ser seu
- A relação
- A sua agência é a contraparte da comunidade, do empregador e do estado. Não a contornamos.
- A narrativa
- O projeto é uma conquista regional com o nome da sua agência. Somos o parceiro de desenvolvimento, não o título.
- As condições
- Incentivos, cláusulas de recuperação, marcos e reporte são negociados por si e exigíveis por si.
- A capacidade
- Trabalhos de local, programas de formação e relações com fornecedores ficam na região depois de o projeto estar construído.
Cada incentivo que aprovar terá de o defender.
Não perante nós. Perante uma assembleia, um conselho, um auditor, um jornalista e uma administração seguinte. Partimos do princípio de que esse escrutínio virá e preparamos o processo com antecedência.
- O argumento contrafactualUma declaração escrita do que o projeto exige — e não exige — do setor público, e do que muda na sua ausência: a questão em torno da qual gira qualquer revisão de incentivos.
- Marcos, não promessasCompromissos formulados como acontecimentos datados e mensuráveis — controlo do terreno, fecho financeiro, início de obra, limiares de contratação — em vez de aspirações.
- Cláusulas de recuperação que funcionamDisposições de reembolso ligadas a esses marcos, redigidas para serem exigíveis e não simbólicas.
- Prova salarialEmprego apresentado por função e escalão salarial face à média do condado, para que «empregos de qualidade» seja um número e não um adjetivo.
- Retorno fiscal líquidoUma projeção do que a jurisdição recebe face ao que abdica, com cada pressuposto declarado e assinalado como estimativa.
Como decorre realmente uma colaboração.
Apresentação
Uma conversa para estabelecer a adequação: que plataforma, se alguma, corresponde aos ativos, à mão de obra, às infraestruturas e às prioridades da sua região. Sem pacote, sem pedido.
Local e adequação
Triagem técnica face aos requisitos reais do projeto — energia, água, ferrovia, estrada, área, via de licenciamento, bacia de emprego. A maioria das regiões falha algum critério; dizemo-lo cedo e não tarde.
Estruturação
Plano de capital, elegibilidade a programas e enquadramento de incentivos são trabalhados em conjunto. A sua agência vê o modelo, não um resumo dele.
Compromissos
Condições, marcos, cláusulas de recuperação e cadência de reporte são documentados e assinados. É aqui que o projeto se torna real para ambos os lados.
Execução e reporte
Desenvolvimento e construção avançam com reporte programado sobre os compromissos assumidos — incluindo os que estão atrasados.
O que torna produtiva uma primeira conversa.
Nada disto é um requisito. É simplesmente o que transforma uma primeira chamada numa segunda.
- Locais que consegue mesmo disponibilizar, com o estado atual de controlo — não um mapa.
- Capacidade de rede honesta: megawatts disponíveis, água e a sua posição real na fila de ligação hoje.
- A sua bacia de emprego por profissão e as instituições de formação que a alimentam.
- Os programas de incentivos que a sua jurisdição pode autorizar sozinha e os que exigem uma contraparte estadual ou federal.
- As autorizações que o projeto vai exigir e quem assina cada uma.
O que não somos.
A nossa carteira está em desenvolvimento.
Cada plataforma sob gestão está em fase de Conceito, Desenvolvimento ou Pré-construção. Nenhuma está em operação. Qualquer agência que nos avalie deve ponderar isso diretamente.
Os nossos números são estimativas de planeamento.
Os valores de investimento, receita, emprego e impacto provêm dos processos de projeto e permanecem sujeitos a viabilidade, diligência, financiamento e aprovação regulatória. Não são compromissos e não os apresentamos como tal.
Não somos consultores, lobistas nem intermediários.
Desenvolvemos e detemos projetos. Os nossos interesses estão alinhados com a conclusão do projeto, o que constitui um conjunto de incentivos diferente do de um consultor — melhor em alguns aspetos, e que vale a pena compreender nos restantes.
Vamos começar a conversa.
Fale-nos da região. Se não houver adequação, dizemo-lo logo na primeira chamada.